No dia 1º de maio é comemorado o Dia do Salvacionista. Não sei se foi por coincidência ou não o fato do Dia do Salvacionista ser no mesmo dia que é comemorado o Dia Internacional do Trabalho, mas ser salvacionista é muito mais do que estarmos uniformizados dentro de nossos Corpos, é estarmos engajados diariamente na labuta da salvação. Uma vez, Catherine Booth teve o seguinte pensamento: “Não estaria você servindo a Deus e agindo mais proximadamente ao Redentor, se em vez de ir à Sua casa para ser meramente abençoada, entrasse em qualquer uma dessas casas, falasse com esses pecadores negligentes e os convidasse a buscar a salvação?” Este ano o tema de nossa igreja é “Crescendo na Compaixão” e neste momento, onde parece que o mundo em que vivemos demonstra já ter extrapolado todos os seus limites de bizarrices, maldade, violência, etc, nada melhor do que um tema que no faça refletir sobre as nossas origens, sobre a origem do Exército de Salvação. Para os salvacionistas que não conhecem sua própria história (pasmem, mas isso não é difícil de se encontrar) o Exército de Salvação nasceu porque nossos fundadores não concordavam com a postura da igreja da época: escondida dentro dos templos, indiferentes com a situação da sociedade e excluindo os menos favorecidos. O interessante disso tudo é que a nossa igreja nasceu para ser diferente das outras e fazer aquilo que elas deixavam a desejar, mas hoje muitas vezes debatemos porque queremos ser como as outras. Porque usamos isso... porque não fazemos aquilo ou aquilo outro... mas... e as almas? Deixaram de ser nosso foco principal? Parece que temos nos acomodado em simplesmente receber as bênçãos de Deus e não temos nos preocupado com a calamidade que está ao nosso redor. Qual tem sido o nosso papel como salvacionistas nisso tudo? Temos seguido o lema do nosso Exército sendo Salvos para Servir ou temos sido Salvos para Sermos Servidos? No início da história salvacionista, o Exército de Salvação era conhecido pela coragem e fé de seus soldados, onde mesmo em meio a duras perseguições, permaneciam firmes no que acreditavam e essa atitude de nossos pioneiros fazia com que muitas vidas aceitassem à Cristo. Não podemos esquecer que nós somos o Exército de Salvação e que ele será sempre do tamanho da nossa atitude de fé! Não podemos deixar de ser Exército, mas sim permanecermos firmes na luta pela salvação!! Que Deus continue abençoando nosso Exército, nossos líderes e que possamos dar continuidade à linda e brilhante história do nosso Exército! Avante, pois salvacionistas!!!
Mario Oliveira
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário