terça-feira, 29 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
SALVOS PRA SERVIR?
No dia 1º de maio é comemorado o Dia do Salvacionista. Não sei se foi por coincidência ou não o fato do Dia do Salvacionista ser no mesmo dia que é comemorado o Dia Internacional do Trabalho, mas ser salvacionista é muito mais do que estarmos uniformizados dentro de nossos Corpos, é estarmos engajados diariamente na labuta da salvação. Uma vez, Catherine Booth teve o seguinte pensamento: “Não estaria você servindo a Deus e agindo mais proximadamente ao Redentor, se em vez de ir à Sua casa para ser meramente abençoada, entrasse em qualquer uma dessas casas, falasse com esses pecadores negligentes e os convidasse a buscar a salvação?” Este ano o tema de nossa igreja é “Crescendo na Compaixão” e neste momento, onde parece que o mundo em que vivemos demonstra já ter extrapolado todos os seus limites de bizarrices, maldade, violência, etc, nada melhor do que um tema que no faça refletir sobre as nossas origens, sobre a origem do Exército de Salvação. Para os salvacionistas que não conhecem sua própria história (pasmem, mas isso não é difícil de se encontrar) o Exército de Salvação nasceu porque nossos fundadores não concordavam com a postura da igreja da época: escondida dentro dos templos, indiferentes com a situação da sociedade e excluindo os menos favorecidos. O interessante disso tudo é que a nossa igreja nasceu para ser diferente das outras e fazer aquilo que elas deixavam a desejar, mas hoje muitas vezes debatemos porque queremos ser como as outras. Porque usamos isso... porque não fazemos aquilo ou aquilo outro... mas... e as almas? Deixaram de ser nosso foco principal? Parece que temos nos acomodado em simplesmente receber as bênçãos de Deus e não temos nos preocupado com a calamidade que está ao nosso redor. Qual tem sido o nosso papel como salvacionistas nisso tudo? Temos seguido o lema do nosso Exército sendo Salvos para Servir ou temos sido Salvos para Sermos Servidos? No início da história salvacionista, o Exército de Salvação era conhecido pela coragem e fé de seus soldados, onde mesmo em meio a duras perseguições, permaneciam firmes no que acreditavam e essa atitude de nossos pioneiros fazia com que muitas vidas aceitassem à Cristo. Não podemos esquecer que nós somos o Exército de Salvação e que ele será sempre do tamanho da nossa atitude de fé! Não podemos deixar de ser Exército, mas sim permanecermos firmes na luta pela salvação!! Que Deus continue abençoando nosso Exército, nossos líderes e que possamos dar continuidade à linda e brilhante história do nosso Exército! Avante, pois salvacionistas!!!
Mario Oliveira
Mario Oliveira
VER, OLHAR, ENXERGAR!

Definições do Aurélio
Verv.t. Perceber pela vista; enxergar, avistar
Olharv.t. Fitar os olhos em. (Sin.: mirar, contemplar, encarar, examinar, observar.) / Prestar atenção a. / Sondar. / Tomar conta de. / Examinar. / Tomar em consideração. / &151; V.i. Estar voltado para. / Ocupar-se de.
Enxergarv.t. Avistar, entrever, descortinar. / Observar, notar. / Perceber. / &151; V.pr. Bras. Fam. Conhecer-se, colocar-se no devido lugar.
No mundo do "Fast & Food", somos tão assolados pela nossa agenda que quando chega ao final do dia mal lembramos qual foi a nossa primeira atividade.
Infelizmente isso também acontece com as nossas relações interpessoais: Não percebemos o que está ao nosso redor.
Ontem, Nilson (meu marido), indo até a locadora viu um rapaz abrindo um saco de lixo, pegando um resto de marmitex e comendo. Ele voltou para ajudar com comida, mas não deu tempo, o rapaz já havia ido embora.
Muitos passavam por ali, mas ninguém viu - tudo era muito comum.
Somos tentados constantemente a não perceber o que está ao nosso redor.
Quantas vezes vamos aos cultos em nossas igrejas e nem percebemos, tomamos conta daquilo que vemos e ouvimos.
Na pregação de domingo à noite, ouvimos falar sobre "Amar os nossos inimigos". Interessante notar que Jesus falava aos seus discípulos: "Amem, orem - para que venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus" MT 5.43-45, mas basta terminar o culto e as diferenças passam ser dominantes e deixamos de olhar.
A rotina do cotidiano nos direciona a não ver, olhar as necessidades do nosso próximo.
Tudo isso nos leva a deixar de ter fé - convicção daquilo que não se vê, e deixar de ter fé nos leva a duvidar da suficiência de Cristo.
Você está atento a tudo que acontece no seu dia-a-dia?
Quero convidá-lo (a), a usar sua liberdade (1Pe2.16), observando, colocando-se no lugar do outro para que muitos possam ver os atos poderosos do nosso Deus.
Marilza
Igreja e sexualidade: vamos discutir a relação?
Sexualidade e igreja é mais que um assunto particular. É um tema que diz respeito à vida coletiva e que influencia e é influenciado pelas relações que estabelecemos com as outras pessoas.
A igreja, assim como a família e a escola, é um espaço importante de formação e fortalecimento de convicções, valores e responsabilidades, inclusive na área da sexualidade. Porém, ela tem estado tão obcecada com a ideia de que sexo é pecado que tudo que diz respeito à sexualidade não encontra espaço.
Uma pesquisa realizada pela revista Lar Cristão com 5 mil jovens cristãos traz um dado curioso e preocupante: 52% deles mantêm relações sexuais antes do casamento.1 Apesar de as igrejas se empenharem em ensinar o que é “certo” e “errado”, a pressão dos valores seculares tem vencido a batalha. Porém, por que isso acontece? Ou como podemos reverter essa situação?
Em Isaías 5.13 lemos: “Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e sua multidão se secará de sede”.
É tempo de aceitar que os jovens cristãos estão sendo “levados cativos” por falta de entendimento. Estão com fome e morrendo de sede. Não que devamos desacreditar os valores cristãos ou o que Deus quer para a nossa sexualidade, mas é importante que a igreja amplie o raio de visão sobre as pessoas e sobre a sexualidade -- que é muito mais que sexo.
Os jovens precisam considerar a sexualidade como parte de sua identidade, como toda a expressão de prazer nas relações com as outras pessoas. É plano de Deus que os jovens desenvolvam a sexualidade estabelecendo relações saudáveis com a família e os amigos, por exemplo.
Às vezes, parece que a igreja é “caça-fantasmas”, tão preocupada com a alma que desconsidera o corpo e os sentimentos que fluem dele. Ela tem um ambiente seguro para ouvir que temos desejos homossexuais, nos acolhendo e apoiando, sem discriminação? Ou um ambiente favorável para conhecer nossos desejos e desafios ligados a masturbação, pornografia, perda de virgindade, aborto?
Que haja na igreja um espaço aberto para que os jovens, seus pais e líderes possam compartilhar o que estão sentindo, as dúvidas e os desejos, e ser fortalecidos e acompanhados segundo os valores cristãos, sem discriminação.
Nesse espaço de discussão, tirariam a sexualidade do privado e pecaminoso e a colocariam como uma dádiva de Deus (Gn 1.31), um assunto de interesse de todos e de ajuda mútua (Tg 5.16), discutindo-a nos conflitos do dia-a-dia (Rm 12.1).
Se a igreja quiser resgatar e proteger os jovens do cativeiro, precisa trabalhar de forma aberta e relacional, carregando cargas, discutindo a Bíblia e ouvindo. Só assim poderá minimizar os danos provocados pela pressão social e prevenir que os jovens pereçam na defesa de valores.
É hora de a igreja e a sexualidade “discutirem esta relação” tão fragilizada, para que vivamos uma vida plena (Jo 10.10).
Nota
1. www.eventogospel.com.br
Vânia Quintão Fernandes é assistente social no Exército de Salvação, onde desenvolve grupos de discussão sobre sexualidade e coordena o projeto Portas Abertas, com profissionais do sexo.
Artigo da revista Ultimato
A igreja, assim como a família e a escola, é um espaço importante de formação e fortalecimento de convicções, valores e responsabilidades, inclusive na área da sexualidade. Porém, ela tem estado tão obcecada com a ideia de que sexo é pecado que tudo que diz respeito à sexualidade não encontra espaço.
Uma pesquisa realizada pela revista Lar Cristão com 5 mil jovens cristãos traz um dado curioso e preocupante: 52% deles mantêm relações sexuais antes do casamento.1 Apesar de as igrejas se empenharem em ensinar o que é “certo” e “errado”, a pressão dos valores seculares tem vencido a batalha. Porém, por que isso acontece? Ou como podemos reverter essa situação?
Em Isaías 5.13 lemos: “Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e sua multidão se secará de sede”.
É tempo de aceitar que os jovens cristãos estão sendo “levados cativos” por falta de entendimento. Estão com fome e morrendo de sede. Não que devamos desacreditar os valores cristãos ou o que Deus quer para a nossa sexualidade, mas é importante que a igreja amplie o raio de visão sobre as pessoas e sobre a sexualidade -- que é muito mais que sexo.
Os jovens precisam considerar a sexualidade como parte de sua identidade, como toda a expressão de prazer nas relações com as outras pessoas. É plano de Deus que os jovens desenvolvam a sexualidade estabelecendo relações saudáveis com a família e os amigos, por exemplo.
Às vezes, parece que a igreja é “caça-fantasmas”, tão preocupada com a alma que desconsidera o corpo e os sentimentos que fluem dele. Ela tem um ambiente seguro para ouvir que temos desejos homossexuais, nos acolhendo e apoiando, sem discriminação? Ou um ambiente favorável para conhecer nossos desejos e desafios ligados a masturbação, pornografia, perda de virgindade, aborto?
Que haja na igreja um espaço aberto para que os jovens, seus pais e líderes possam compartilhar o que estão sentindo, as dúvidas e os desejos, e ser fortalecidos e acompanhados segundo os valores cristãos, sem discriminação.
Nesse espaço de discussão, tirariam a sexualidade do privado e pecaminoso e a colocariam como uma dádiva de Deus (Gn 1.31), um assunto de interesse de todos e de ajuda mútua (Tg 5.16), discutindo-a nos conflitos do dia-a-dia (Rm 12.1).
Se a igreja quiser resgatar e proteger os jovens do cativeiro, precisa trabalhar de forma aberta e relacional, carregando cargas, discutindo a Bíblia e ouvindo. Só assim poderá minimizar os danos provocados pela pressão social e prevenir que os jovens pereçam na defesa de valores.
É hora de a igreja e a sexualidade “discutirem esta relação” tão fragilizada, para que vivamos uma vida plena (Jo 10.10).
Nota
1. www.eventogospel.com.br
Vânia Quintão Fernandes é assistente social no Exército de Salvação, onde desenvolve grupos de discussão sobre sexualidade e coordena o projeto Portas Abertas, com profissionais do sexo.
Artigo da revista Ultimato
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Dia do Quilo - Lar do Meiér
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